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ESMPU aposta em aprendizagem aplicada
“A nossa missão agora é ir além do conhecimento teórico, é buscar uma capacitação efetivamente aplicada.” A afirmação é da diretora-geral da Escola Superior do MPU (ESMPU), Raquel Branquinho, no lançamento do Programa Permanente de Aprendizagem Aplicada (PAAP), nesta terça-feira (1º/9), na sede da instituição. O novo modelo pedagógico construído pela Escola foi apresentado em primeira mão em roda de conversa transmitida pelo YouTube. Assista aqui.
O encontro marcou o lançamento das duas primeiras trilhas de aprendizagem do PAAP: “Investigação bancária e fiscal” e “Criptoativos e blockchain: investigação criminal e persecução patrimonial”. Ambas integram as Certificações em Ferramentas Investigativas e Finalísticas, com inscrições até 17 de setembro. As atividades ocorrem de 28 de setembro de 2026 a 28 de fevereiro de 2027.
“A essência deste novo modelo é trazer uma nova forma de aprendizagem. E isso acelera, aprimora e traz mais eficiência para as atividades finalísticas do MPU”, destacou Branquinho.
Em complemento, a secretária de Ensino, Pesquisa e Extensão, Renata Mendes, explicou que o programa consiste em uma trajetória de aprendizagem voltada à prática, que transcende a aquisição de conhecimentos e envolve as habilidades necessárias para aplicá-los na atividade profissional. “Ao final, os discentes serão convidados à prática, à simulação, à análise de dados e casos. Diferentemente da pergunta ‘o que esse profissional precisa saber?’, nas trilhas de aprendizagem a pergunta-guia é ‘o que esse profissional precisa ser capaz de fazer?’”, detalhou.
Trilhas de aprendizagem – As trilhas de aprendizagem do PAAP são independentes e fechadas, com um caminho predeterminado e obrigatório. Estão estruturadas na modalidade a distância assíncrona nos níveis iniciante, intermediário e avançado. O participante recebe a certificação correspondente a cada curso concluído com nota mínima 7,0 na avaliação de aprendizagem. Ao completar integralmente uma trilha, recebe a Certificação Ouro.
“A ideia é passar conceitos práticos que só são aprendidos no dia a dia do trabalho, como técnicas de investigação e o uso de sistemas. Até então, esses conhecimentos não estavam sistematizados”, explicou o procurador da República Eduardo El Hage, orientador pedagógico da Trilha de Aprendizagem “Investigação bancária e fiscal”, juntamente com o procurador da República Daniel Lôbo.
Por fim, o procurador da República Alexandre Senra falou sobre a trilha de aprendizagem “Criptoativos e blockchain: investigação criminal e persecução patrimonial”, da qual é orientador pedagógico. “O que vou saber fazer ao final dessa trilha? Atuar na busca de criptoativos, apreensão e custódia seguras, posicionar-se quanto a vendas desses ativos, investigar fluxos financeiros envolvendo criptoativos, fazer rastreio em blockchains e medidas de preservação patrimonial”, acrescentou.
A roda de conversa foi mediada pela secretária de Comunicação Social da ESMPU, Graziane Madureira.
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Atividade: Trilha de Aprendizagem “Investigação bancária e fiscal” |
Atividade: Trilha de Aprendizagem “Criptoativos e blockchain: investigação criminal e persecução patrimonial” |
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