Assistencialismo eleitoreiro e improbidade administrativa

Autores

  • José Guilherme Ferraz da Costa

DOI:

https://doi.org/10.63601/bcesmpu.2011.n36.313-346

Palavras-chave:

Programas assistenciais, Infrações eleitorais, Improbidade administrativa, Ministério Público

Resumo

Este artigo versa o problema da utilização das políticas públicas assistenciais por gestores com objetivo principal de ganho político-eleitoral, notadamente a distribuição gratuita de bens e valores, que pode assumir notório impacto em resultados eleitorais. Parte de breve análise do regime sancionatório da improbidade administrativa, especialmente por violação a princípios, e da moldura jurídica adequada aos programas públicos assistenciais, diagnostica suas distorções mais comuns com previsão na legislação eleitoral e, ao mesmo tempo, demonstra seu enquadramento como improbidade administrativa. Destaca-se o papel que cabe ao Ministério Público nesse contexto, acompanhando referidos programas e buscando corrigir suas distorções, por meio de variados instrumentos jurídicos.

Biografia do Autor

  • José Guilherme Ferraz da Costa

    Procurador da República no Rio de Janeiro. Professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e doutorando pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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Publicado

30.12.2011

Como Citar

Assistencialismo eleitoreiro e improbidade administrativa. (2011). Boletim Científico Escola Superior Do Ministério Público Da União, 36, 313-346. https://doi.org/10.63601/bcesmpu.2011.n36.313-346

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