Breves apontamentos acerca de causas e consequências na adoção do marco temporal em matéria de terra indígena

Autores

  • Leonardo Gonçalves Juzinskas

DOI:

https://doi.org/10.63601/bcesmpu.2019.n53.13-40

Palavras-chave:

Demarcação, Terras indígenas, Indigenato, Renitente esbulho, Marco temporal

Resumo

Este estudo problematiza a tese do marco temporal e as suas contradições, posição abraçada pelo Supremo Tribunal Federal em importantes julgados. Atenta, em primeiro lugar, para o instituto do indigenato e para a trajetória da política indigenista do Estado brasileiro, a fim de compreender o contexto em que ocorre a adoção desse posicionamento por parte do tribunal, com atenção especial para as suas consequências. Procura demonstrar, a partir da ordem constitucional, a inconsistência do marco temporal de 1988 bem como a do caráter extremamente restritivo atribuído ao conceito de renitente esbulho, que produzem os efeitos deletérios de banalizar e catalisar violações de direitos contra os povos indígenas no Brasil.

Biografia do Autor

  • Leonardo Gonçalves Juzinskas

    Procurador da República. Mestre em Direito Processual Civil pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

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Publicado

25.06.2019

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Breves apontamentos acerca de causas e consequências na adoção do marco temporal em matéria de terra indígena. (2019). Boletim Científico Escola Superior Do Ministério Público Da União, 53, 13-40. https://doi.org/10.63601/bcesmpu.2019.n53.13-40

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