Cooperação e Relações Internacionais
VoltarWebnário Experiências na Amazônia Legal: relatos de atuação com populações indígenas e comunidades tradicionais
Ministrada pelo docente Thomaz Muylaert de Carvalho Britto, lançada em 2025.
Gravações do curso Webnário Experiências na Amazônia Legal: relatos de atuação com populações indígenas e comunidades tradicionais na modalidade a distância, no formato síncrono, realizado de 11 a 13 de novembro de 2025, que teve por objetivo geral do seminário consiste no compartilhamento de experiências, ideias e boas práticas por aqueles que atuam na temática da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão no âmbito da Amazônia Legal. Os profissionais poderão narrar, dessa forma, as dificuldades e as medidas resolutivas que têm adotado para a prevenção de crimes, a proteção das terras dos povos originários e a garantia de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. O Seminário será voltado mais para a prática.
Dia 1
Dia 2
Dia 3
Direitos Civis, Políticos, Sociais e Ambientais na jurisprudência da Corte Interamericana
de Direitos Humanos e seu impacto na atuação do Ministério Público
Ministrada pelo docente André de Carvalho Ramos, Thimotie Aragon Heemann e Isabel Penido de Campos Machado.
Gravações do curso Direitos Civis, Políticos, Sociais e Ambientais na jurisprudência da Corte Interamericana
de Direitos Humanos e seu impacto na atuação do Ministério Público na modalidade curso livre, que teve por objetivo fortalecer a capacitação dos membros do Ministério Público na aplicação dos precedentes da Corte Interamericana de Direitos Humanos, enfocando a defesa e promoção dos direitos civis, políticos, sociais e ambientais. Este curso visa integrar as práticas do MP aos padrões (standards) interamericanos de justiça, por meio da interpretação internacionalista e do controle de convencionalidade, e reforçar a proteção dos direitos de populações vulneráveis.
Módulo 1 - Aula 1
Módulo 1 - Aula 2
Módulo 1 - Aula 3
Módulo 1 - Aula 4
Módulo 2 - Aula 1
Módulo 2 - Aula 2
Módulo 2 - Aula 3
Módulo 2- Aula 4
Módulo 3 - Aula 1
Módulo 3 -Aula 2
Módulo 3 - Aula 3
Módulo 3-Aula 4
Módulo 4 - Aula 1
Módulo 4 - Aula 2
Módulo 4- Aula 3
Módulo 4 - Aula 4
Módulo 5-Aula 1
Módulo 5- Aula 2
Módulo 5-Aula 3
Módulo 6 - Aula 1
Módulo 6 - Aula 2
Módulo 6 - Aula 3
Os desafios para o monitoramento e a implementação das obrigações internacionais em direitos humanos pelo Estado brasileiro – Sistemas Global e Interamericano.
Ministrada pelo docente João Akira Omoto, lançada em 2025.
Gravações do curso: Os desafios para o monitoramento e a implementação das obrigações internacionais em direitos humanos pelo Estado brasileiro – Sistemas Global e Interamericano na modalidade a distância, no formato híbrido, realizado de 14 a 16 de outubro de 2025, que teve por objetivo aprimorar o monitoramento e a implementação das obrigações internacionais em Direitos Humanos pelo Estado brasileiro, focando na superação de déficits de conhecimento e deficiências estruturais que dificultam os processos internos. Para isso, em diálogo com os organismos internacionais dos sistemas das Nações Unidas e Interamericano, órgãos nacionais e sociedade civil, o evento visa aprofundar o debate sobre a colaboração estratégica entre os Mecanismos Nacionais de Implementação, Relatórios e Acompanhamento (NMIRFs) e as Instituições Nacionais de Direitos Humanos (INDHs), buscando integrar a expertise das INDHs ao trabalho dos NMIRFs e potencializar a tradução das normas internacionais em melhorias concretas para a vida dos cidadãos. Adicionalmente, o workshop contribuirá para a construção de uma política de monitoramento e implementação sólida e eficaz, com especial atenção ao papel do Ministério Público Federal neste contexto de estruturação do MCOIDH..
Aula 1
Aula 2
Aula 3
Aula 4
Controle de convencionalidade em matéria trabalhista
Ministrada pelos docentes Lorena Vasconcelos Porto, Renan Bernardi Kalil, Sofia Vilela de Moraes e Silva, Bruna Bonfante, Augusto Grieco Sant'Anna Meirinho, Rodrigo Octávio de Godoy Assis Mesquita, lançada em 2025
Gravações do curso Controle de convencionalidade em matéria trabalhista na modalidade a distância, no formato síncrono, realizado de 01 a 03 de abril de 2025, ao final da capacitação, os participantes estarão aptos a utilizar o controle de convencionalidade na sua atuação diária para concretizarem a obrigação de garantia dos direitos humanos trabalhistas no âmbito interno, por meio da verificação da conformidade das normas e práticas nacionais com o Direito Internacional dos Direitos Humanos, assim como no âmbito internacional, quando houver a necessidade de acessar o sistema interamericano de proteção aos direitos humanos.
01.04.25
02.04.25
03.04.25
Gravações do curso "Proteção de dados no processo penal", que tem como objetivo compreender a importância da proteção de dados pessoais (PDP) na segurança pública e no processo penal. Examinar os desafios da PDP nesses campos. Analisar a compatibilidade da legislação e da praxe nacionais em temas de PDP penal com a CF e o SIDH.
23.04.25
24.04.25 Manhã
24.04.25 Tarde
25.04.25
Autor: Diego Oliveira de Souza
A tese de doutorado "Em busca de justiça de transição: a autolegitimação histórica das iniciativas de persecução penal do MPF", de Diego Oliveira de Souza, analisa o papel do Ministério Público Federal (MPF) na persecução penal das graves violações de direitos humanos cometidas durante a Ditadura Civil-Militar no Brasil. A pesquisa se insere no contexto da justiça de transição, conceito que trata da responsabilização de crimes de Estado em regimes autoritários, e parte da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Gomes Lund vs. Brasil (2010), que determinou a investigação e punição de agentes da repressão. A tese examina a evolução histórica do MPF, a criação do Grupo de Trabalho de Justiça de Transição (GTJT), a formulação das teses institucionais voltadas à responsabilização penal e a análise de 27 casos de violações sistemáticas de direitos humanos, como desaparecimento forçado, tortura, homicídio e ocultação de cadáver. Com uma abordagem interdisciplinar, que combina história, direito e ciências sociais, a tese busca demonstrar como o MPF construiu sua autolegitimação histórica ao adotar um papel ativo na luta contra a impunidade dos crimes da ditadura, contribuindo para a memória e a reparação das vítimas.
O “2º Seminário internacional cibersegurança, cibercriminalidade e criminalidade organizada transnacional – Brasília/Braga” foi realizado em 3 e 4 de dezembro de 2024, na sede da Escola Superior do MPU, em Brasília-DF. Promovida em parceria com a Universidade do Minho (Braga/Portugal), a atividade discutiu como devem atuar os Estados e, dentro destes, os órgãos de polícia criminal, bem como o Ministério Público e os Tribunais, ante os sucessivos ataques informáticos de escala internacional.
Dia 1
Dia 2
O 2º "Seminário Diálogos sobre os desafios contemporâneos dos Ministérios Públicos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) – Os desafios da cooperação internacional” foi realizado em 25 e 26 de novembro, no auditório da Escola Superior do MPU, em Brasília-DF. A atividade teve como objetivos promover a troca de experiências no campo da cooperação jurídica internacional pelo seu viés acadêmico; a valorização dos participantes dos projetos de cooperação bilaterais, o intercâmbio de informações e a produção doutrinária; bem como buscar os meios para a construção de soluções estratégicas e o fortalecimento dos sistemas de Justiça.
Dia 1
Dia 2
O seminário “Orçamento Sensível a Gênero: integrando a perspectiva de igualdade nas finanças públicas” foi realizado em 23 a 27 de setembro de 2024, a atividade foi promovida em parceria com a ONU Mulheres e contou com o apoio da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR); da Associação da Auditoria de Controle Externo do TCU; da Associação dos Consultores e Advogados do Senado Federal (Alesfe); e do movimento "Elas no Orçamento". O encontro buscou apresentar experiências internacionais sobre igualdade de gênero na perspectiva orçamentária e debateu temas como violência política de gênero, Plano Plurianual 2024-2027 e política fiscal com igualdade de gênero.
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